Categoria 'Familia'

Do que você tem saudades?

Família, amigos, sol, sucos naturais, restaurante Gula Gula, sol, mate, guaraná natural, guaramorango, guaramate, sol, pão de queijo, fruta do conde, Balada Mix, sol, praia,...



















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Bloco Canadiando no Samba

Nossa ida ao Brasil fundou até um bloco de carnaval...

Não conseguimos nem tirar muitas fotos, mas foram dois dias maravilhosos que passamos juntos! Obrigado Lú por criar o bloco e Tia Elena por nos fazer sentir sempre tão amados!






Muita jogatina...




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Destino Final: Cidade Maravilhosa…

Chegamos no Rio pelo Santos Dumont (por isso as fotos tiradas no primeiro post sobre as férias no Brasil) e depois do lindo visual de nossas janelas, na hora de pegar as malas vimos um burburinho de gente tirando foto do vidro e foi só chegarmos mais perto que as pessoas todas se viraram para nós e pudemos ver que o burburinho estava sendo causado pelos nossos pais que estavam com cartazes nos esperando...




Foi muito bom conhecer a sobrinha que nasceu em Novembro, conhecer novos integrantes da família e também matar as saudades das pessoas que amamos!





Nossa, uma coisa que só me dei conta quando estávamos lá é como eu estava com saudades do sol, de muito sol e da praia





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1a Parada SP…

Tem uma coisa que eu ainda não contei aqui, mas essa que vos fala, embora apaixonada pelo Rio é na verdade paulistana! Fui ainda pequena para o Rio e por isso me considero mais carioca que paulista. Meus pais e imã moram no Rio, mas o resto da minha família mora em São Paulo e por isso passamos uma dia lá para visitá-los antes de ir para o Rio.





Foi muito bom revê-los!

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O efeito Kübler-Ross

Olá pessoal !! há muuuito tempo que não escrevo por aqui se não para noticiar alguma novidade do processo. Como o processo (burocrático) chegou ao fim, acabamos deixando de lado o blog, mas não esquecemos ele completamente.

Eu (Mauricio) acabei ficando saturado nos últimos 2 anos, foram tantas decisões e mudanças que não me empolgava muito em escrever. O tempo passou, idéias se acumularam e agora é hora de transbordar um pouco ;)

Algo que para nós tem sido muito curioso é observar o olhar do outro sobre toda essa história de processo Québec. Mais especificamente o processo de compreensão/aceitação se repetiu no nosso caso e sempre me pareceu muito com aquele processo do luto, que eu nem sabia o nome direito e encontrei como sendo o processo de Kübler-Ross. Páááááára tudo !

< cláusula de falta de compromisso teórico >

Pausa para um aviso ! não sou especialista e não quero fazer aqui nenhuma análise aprofundada. Apenas estou reproduzindo um pensamento (veja bem PENSAMENTO !!! NÃO TEORIA!!!) SEM compromisso teórico algum.

Dito isso, se algo que eu disser for muito idiota , por favor me corrijam !

</cláusula de falta de compromisso teórico >

O que eu gostaria com este post é relatar a nossa percepção e assim ajudar quem está em meio ao processo para saber o que poderá enfrentar, para mim teria sido menos tenso certas etapas se eu já tivesse pensado melhor sobre essas possibilidades de comportamento.

Segundo o que eu futriquei na internet os 5 passos são : negação, raiva, barganha, depressão, aceitação.

De modo geral, os familiares mais próximos passaram por essas fases, ao descobrirem simplesmente faziam de conta que aquilo era uma aventura de duas crianças que logo iria passar. A raiva eu diria que veio em forma de um sentimento de estarmos virando as costas para a família. No nosso caso a barganha foi pouca (risos) mas a depressão para alguns tem sido longa chegando somente agora, após 3 anos de processo na etapa de aceitação.

Ao nos afastarmos um pouco daqueles que são mais próximos, os 5 passos ficam um pouco mais complicados de serem identificados, mas alguns são beeeem visíveis ;)

Para um grupo significativo de conhecidos nossos, percebemos reações diversas, as quais vou resumir.

A negação foi a mais duradoura, pois esse grupo ao nosso entender estavam “pagando pra ver” até o final mesmo. Simplesmente ignoravam (ou ainda ignoram) o as novidades BOAS do processo, sempre perguntando como anda a questão mas ignorando completamente a notícia de que tudo terminou bem.

Alguns ficaram na raiva até hoje , ao menos é essa a conclusão que eu chego quando a pessoa pára de falar comigo no dia seguinte a notícia de que o processo tinha terminado. Outros tiveram reações mais exaltadas, nos acusando de ingratos para com a família e até rolou um lance nacionalista.

A barganha fica por conta daqueles que não falavam há anos (5 ou mais !) e não davam a mínima para nós e de uma hora pra outra começam a perguntar como é para ir visitar, se podemos enviar “encomendas” de lá, ou seja, algo que os familiares e melhores amigos não fizeram, esses foram descarados na hora da “barbadinha” :D

Eu acho completamente normal a reação dos mais próximos, o que eu espero de alguém que não seja tão chegado é algo menos superficial, é claro que estes foram uma minoria.

O que eu fico curioso é se isso é algo comum, se aconteceu para aqueles que estão no processo também.

Bom , era isso , tenho outros tópicos que quero escrever, mas isso fica para um próximo post.

Mauricio S.



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