Coisas que vejo… aqui na Australia

Diz a lenda, que só se conhece um lugar quando se vive nele e não somente quando se viaja, e por experiência própria, eu digo que a lenda é verdadeira. Nada melhor que saber das sutilezas que só os locais identificam, rir e compreender as piadas, entender a rotina e o melhor de tudo, se sentir em casa, mesmo “fora dela”…

Sendo assim, vira e mexe me pego comparando a Australia com os lugares que já morei e é interessante notar as diferenças e semelhanças de cada lugar.

Veja abaixo algumas que acabei de pensar e ainda não dividi com vocês, dessa vez no setor da saúde, bebidas, vida no paraíso e vivendo no Jurassic Park J

1)      Surpresa em relação ao sexo do bebê: claro que não é regra, mas a maioria dos australianos que conhecemos, decidiram deixar para saber o sexo do bebê somente no momento do parto…

2)      Exame papanicolau a cada 2 anos: isso pra mim foi um choque, estava acostumada a fazer esse exame uma vez por ano, tanto no Brasil, quanto no Canadá. Mas aqui o negócio é diferente, somente a cada dois anos o exame é pago pelo governo (medicare), do contrário, você deve pagar do próprio bolso.

3)      Tem dor… Panadol: assim como no Canadá e EUA a gente pensava no Tylenol pra qualquer tipo de dor corriqueira, aqui eles tem o panadol. Dessa forma, se estiver por aqui passeando, trabalhando ou estudando, já sabem… sentiu aquela dorzinha de cabeça, corre para a farmacia ou supermercado e pegue seu panadol! https://www.panadol.com.au/

4)      Bebidas somente em lojas especializadas: apesar dos australianos serem famosos por adorarem uma birita, bebida não se vende em supermercado como estamos acostumados na maioria dos lugares do mundo (mais uma semelhança ao Canadá).

5)      O preço de se morar no paraíso: Deus pode ser Brasileiro, mas segundo os Australianos, o paraíso fica aqui (será que Ele imigrou também? ahahah…). Acreditam que eles também acham que vivem no melhor país do mundo, com as meninas mais bonitas, os melhores surfistas, o melhor clima etc etc etc… Um dia até estava comentando com um amigo que achava os  preços de imóveis muito caro por aqui quando comparado ao Canadá, e sabe o que ele respondeu? “É preço de se morar no paraíso….” / Já viu esse filme? Eu também, igualzinho o Brasil: same same but different … eheheh

6)      Aranha em casa é uma boa coisa: pois é, vira e mexe quando digo que matei uma aranha em casa, os australianos me acham anormal, pois segundo eles, as aranhas são boas para matar outros insetos (barata e essas coisas)… fala sério, né? E não vai achando que elas são pequenas …

7)      Fique esperto com a água viva: apesar de todo mundo se preocupar com os tubarões, crocodilos, cobras etc, um dos animais que mais “atacam” aqui na Australia sao as aguas vivas (especialmente duas especies: Box Jellyfish e Irukandji Jellyfish). Inclusive, no verão, na região norte do país (incluindo nordeste e noroeste), é quando elas estão presente na água e são transparentes… 

Com certeza mais coisa virão por aí e eu vou colocando aqui, até que um dia eu resolva organizar com temas mais especificos :)


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Grand Prix de F1 de Melbourne (Parte 1) – O evento, a cidade

Em Março passado teve o Grand Prix de F1 de Melbourne, o primeiro da temporada 2012. Eu não sou lá um grande fã de F1, mas sempre tive vontade de assistir a uma corrida ao vivo.

Me inscrevi pra trabalhar e fui escolhido, e por fim acabou sendo uma puta barbada: ganhei 3 ingressos pro GrandStand (os quatro dias do evento), acesso a pontos privilegiados (privilegiados MESMO, ao lado da pista), visita aos pit stops, e, de quebra, entrada garantida no churrasco das equipes no domingo à noite, que tinha até camarão e Magnum (sorvete).

O "trabalho" era ficar de olho nas corridas das outras categorias, mas como tinha muita gente pra pouco trabalho eu fiquei a maior parte do tempo só de rolê. Melhor impossível.

A equipe toda, pronta pra muito "trabalho"

O GP australiano de F1 era em Adelaide até 1996, primeiro ano em que foi em Melbourne, portanto nosso querido Ayrton Senna nunca chegou a correr lá. Naquele primeiro ano o vencedor foi Damon Hill. De lá pra cá vários pilotos se revezaram no ponto mais alto do pódio, dentre eles Hamilton, Coulthard, Alonso e o campeão da temporada passada, Vettel, mas os maiores vencedores foram Schumacher (4 vezes) e Button (3 vezes).

O evento acontece no Albert Park, um parque super bem cuidado, com um lago no meio. Falando em evento, eu não tinha noção do quão grande era o evento em si - pra mim um GP de F1 eram só os treinos de Quinta a Sábado e a corrida no Domingo. Pelo contrário: é um evento gigante, super bem organizado e cheio de coisas acontecendo ao mesmo tempo em diferentes lugares. Saca só a programação:


Tinha show de manobras em motos, demonstrações aéreas (algumas com caças), restaurantes, bares, stands de tudo quanto é tipo de produto (a Nivea tinha um stand de cremes pra pele, por exemplo, nada a ver com F1), um carinha "voando" usando um JetPack, o famigerado globo da morte e até alguns brinquedos de parques de diversões. Carros então, nem se fale, estavam em todos os cantos, de todas os tipos, cores e épocas. O circuito em si estava sempre ocupado por alguma corrida (Porsche, V8, Stock Car, F1 e talvez mais que eu não me lembre) ou demonstração (de carros antigos, por exemplo). E, como não podia deixar de ser, várias "lojinhas" das equipes, vendendo camisetas, bonés e um monte de outras coisas a preços nem um pouco convidativos, eram facilmente encontradas em todas as seções do parque. Enfim, opções pra se manter entretido não faltavam.

O fera "voando" no JetPack - esse negócio faz um barulho ensurdecedor

Luva do Senna, 2995 dólares

Luva do Schumacher, 895 dólares

O troféu - e o Cuozzo dando uma brasileirada :-P

Show de acrobacias em motos

Esse cara é doente...

Puffs espalhados pro povo assistir ao telão confortavelmente

Câmera lá no alto e balão da F1 ao fundo

Câmera estrategicamente posicionada depois da primeira curva

Um dos carros que chamava muito a atenção era uma réplica do Delorean da trilogia De Volta para o Futuro (se você não conhece, provavelmente é bem mais novo do que a gente, mas ainda tá em tempo, não deixe de assistir). O cara que o construiu tomou um cuidado extremo pra replicar cada detalhe e o resultado é de cair o queixo, tanto que ele já participou de vários eventos oficiais do filme e já recebeu uma visita do Christopher Lloyd, o "Doc" Emmett Brown na trilogia, criador do carro fictício, que inclusive autografou a réplica.

Criador e criatura

Autógrafo do Christopher Lloyd

Me preparando pra viajar no tempo...

...e voltar pra 84, no dia do meu nascimento

Vídeo do interior da réplica, se liga na perfeição dos detalhes

Pra finalizar o post, um pouco de Melbourne. Só um pouco MESMO, já que não tivemos muito tempo pra conhecer a cidade. Apenas demos um rolê pelo centro, conhecemos alguns restaurantes e demos uma passada no casino.

Os restaurantes realmente fizeram jus à fama que Melbourne tem no quesito alimentação. Todos eles foram bons demais, especialmente o último, uma cantina tipicamente italiana com umas massas ignorantes, bom demais.

O casino também é animal, muito massa mesmo, ainda mais pra quem gosta (como eu). Põe o de Sydney no chinelo.

Mas foi só. No mais, a impressão que tivemos é que Sydney, com toda a sua abundância de praias, natureza e calor, é muito mais gostosa pra se viver do que Melbourne.

A city vista do Albert Park

Em Melbourne tem taxi carruagem. Cool!

Na saída do casino que dá de frente pro Yarra River tem essas labaredas todo Sábado. Não é lá uma queima de fogos do Darling Harbour, mas é interessante


Uma das labaredas

Árvores em volta das labaredas

Pra um primeiro post já tem coisa até demais. No próximo post: nossa visita aos pit stops, os carros sendo montados, as equipes treinando as paradas, os carros clássicos, os Porsches e algumas fotos dos treinos tiradas da grade da pista, com visão privilegiada.



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Julgando os Fundamentalistas Por Julgarem Os Outros

“Sabe do que eu não gosto quanto aos Cristãos fundamentalistas? Eles julgam tanto os outros. Eu não gosto de quando as pessoas fazem isso, de verdade. Eles não sabem que é tudo baseado no amor, e não no julgamento? Jesus nos chamou para amá-Lo com todo o nosso coração, com toda a nossa mente e com toda a nossa alma. E para amar os outros! Será que eles não entendem isso? É tudo baseado no amor!

Estou muito cansado da postura negativa deles.

E eles odeiam danças também. Você sabia? Não estou inventando isso ou propagando um estereótipo. Todos eles odeiam danças. Foi até feito um documentário sobre isso uma vez, estrelando John Lithgow e o Kevin Bacon de Hollywood. Fascinante, de verdade, mas eu duvido que algum fundamentalista tenha assistido porque eles odeiam cultura popular. Argh, eu não suporto o quão julgadores eles são.

Você sabe que eles não bebem, certo? Ah não, jamais ofereça a eles uma taça de vinho ou uma caneca de cerveja. Eles vão tacá-la de volta na sua cara. Esse é um tipo de teste decisivo que eu uso para descobrir se você é ou não um fundamentalista. Se eu sugiro que a gente beba uma taça de vinho e você recusa, aí eu sei. Sei exatamente como você é e consigo ler as profundezas do seu caminhar espiritual só por aquela simples recusa. Você é um fundamentalista e você julga os outros.

Claro, eu não conheço pessoalmente muitos fundamentalistas, porque eu não suporto ficar perto de pessoas julgadoras, mas eu assisti a alguns segundos de um programa de TV certa vez. Acho que era de uma igreja no Texas. A maior parte dos fundamentalistas ou mora no Texas ou tem planos de ir morar no Texas em algum momento de suas vidas. Mas mesmo que eu não vá a uma igreja fundamentalista há, não sei, séculos, não é preciso freqüentar uma para saber como eles são. Gostam de um fogo com enxofre e,  acima de tudo, de julgar os outros.

Você não odeia o quão julgadores os fundametalistas são?

Eu gostaria que eles tivessem uma mente mais aberta.”

JONATHAN ACUFF

 Stuff Christians Like (“Coisas que os Cristãos Gostam”, numa tradução literal, ainda sem título em Português) era um blog que virou livro, e é a minha leitura atual. Comecei a ler meses atrás, quando o ganhei, mas não tive tempo de terminá-lo, então voltei para ler desde o começo. Não me arrependo. É um dos livros mais engraçados e fáceis de ler dentre a longa lista dos que eu já li na vida. O autor é muito espirituoso e perspicaz nas observações da “cultura popular cristã”, e faz graça com as manias e costumes que até nós mesmos achamos esquisitos, se pararmos para pensar. Recomendo muito a leitura!

- Brenda Nepomuceno



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Rainbow Beach e as dunas Carlo Sandblow

Um dos “passeios“ que mais gostamos na região de Rainbow Beach (estado de Queensland na Australia), foi as dunas do Carlo Sandblow.
Dunas em Rainbow Beach

Carlo Sandblow fica praticamente na cidade, basta seguir pela Coolooa Drive, estacionar o carro no reservatório de água, caminhar por uma trilha bem simples de apenas 600 metros e prontinho, você chega! E o melhor de tudo isso, é que nosso hotel/apartamento (Rainbow Ocean Palms Resort) ficava a menos de 2 quarteirões da entrada da trilha, dessa forma ir e voltar pra gente não era problema…
Dunas em Rainbow Beach
Momento “Eu me achando em Rainbow Beach”… eheheh

As dunas se localizam em um vale com vista perfeita por todos os ângulos; de norte a sul tem as florestas tropicais onde o pessoal adora fazer surf na areia, ao leste fica o oceano pacifico e as areias coloridas das falésias de Rainbow Beach e ao oeste você tem a fotogênica baia de Tin Can…
Falesias em Rainbow Beach
Kikão e as falésias coloridas…

Para quem pensa que é só isso, se engana. No final da tarde, a galera se empirulita para lá novamente para curtir o pôr-do-sol, tirar milhões de fotos e terminar o dia em chave de ouro… Confesso, que pela quantidade de gente (especialmente nos feriados e finais de semana) o romatismo do cair da tarde fica meio conturbado…
Dunas em Rainbow Beach
Dunas em Rainbow Beach

Mas fica aqui a dica: quem estiver em Rainbow Beach na lua cheia, siga para o lado leste das dunas depois do pôr-do-sol, veja quase todo mundo indo embora e fique lá curtindo o nascer da lua, com um taça de vinho e em boa companhia!!! Perfeito, não é mesmo? Mas não espalha a notícia, do contrário, o povo invade!!! Eheheh…
Dunas em Rainbow Beach
Dunas em Rainbow Beach

Dica número 2: Não esqueça a lanterna para a volta (a trilha fica bem escura)…

*** Faça uma blogueira feliz… se tiver um tempinho extra, comente! :) ***


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Nova Zelândia (Parte 2)

Ok, acho que deu pra ter uma idéia do cenário, vamos a viagem que é o que interessa!!!

Auckland


Auckland é a maior cidade da Nova Zelândia, e está localizada no ponto mais estreito da ilha norte o que significa que você nunca está muito longe da água, de um lado o Oceano Pacífico e do outro o Mar da Tasmânia. Essa proximidade e a paixão pelas águas talvez seja um dos motivos pelo qual Auckland é conhecida como a “Cidade das Velas”.
Não posso dizer que cheguei a conhecer Auckland por completo afinal não passei muito tempo na cidade e o fato de ter chegado na cidade em pleno feriado da páscoa também não ajudou muito. Esses são alguns dos lugares que eu visitei..

From New Zealand 2012
#Civic Theatre, (Queen St esquina com a Wellesley St) inaugurado em 1929.

From New Zealand 2012
#Town Hall - Aotea Square (Quenn St).

From New Zealand 2012
#Albert Park, (leste da Queen St) é um refugio verde bem no meio da cidade com jardins no estilo Vitoriano.

From New Zealand 2012
#Albert Park

From New Zealand 2012
#Ferry Building, construído em 1912 e ainda funciona como porto de chegada e saída do serviço de ferrys para Waitemata Harbour.

From New Zealand 2012
#Viaduct Harbour, onde fica o Museu Marítimo Voyager e vários bares e restaurantes, todos em volta da marina.

From New Zealand 2012
#Wynyard Quarter, costumava ser uma área portuária, hoje revitalizada e com ótimos restaurantes (North Wharf).

Hauraki Gulf, Waiheke Island


A nordeste da cidade de Auckland fica o Golfo de Hauraki, que em Maori significa “Vento vindo do norte”. Waiheke e Great Barrier são as maiores ilhas com um numero significativo de habitantes, mas o Golfo possui ilhas que vão desde pequenas formações rochosas inabitadas até santuários da vida selvagem e vulcões.
A ilha de Waiheke é conhecida como a ilha do vinho, devido ao grande numero de vinícolas, algumas até com reputação internacional. Além dos vinhos Cabernet, Syrah e Chardonnay, você também vai encontrar por lá olivais, áreas de plantação agrícola, praias lindas, baías desertas, floresta e é claro vilarejos muito charmosos. Eu digo vilarejos porque a população da ilha é em torno de 8 mil habitantes, mas no verão esse numero pode passar dos 50 mil!!
Para chegar até a ilha você precisa pegar o ferry que sai do Ferry Building em Auckland, e custa NZ$35 (ida-volta) ou fazer o que eu fiz, que foi comprar o ticket que inclui a passagem do ferry, mais 1h a 1h1/2 de tour pela ilha com um guia e um dia de passe de ônibus na ilha, por NZ$49 (http://www.fullers.co.nz/destinations-tours/waiheke/waiheke-explorer-tour.php). A viagem de ferry leva mais ou menos 35min e a vista compensa e muito o passeio, diria até que lembra um pouco a viagem de ferry de Sydney a Manly.

From New Zealand 2012
#Auckland vista do ferry

From New Zealand 2012
#Viagem de ferry até a Ilha

From New Zealand 2012
#Chegando na Ilha Waiheke

From New Zealand 2012
#Vista da Ilha Waiheke

From New Zealand 2012
#Vista da Ilha Waiheke

Taupo


Foi a primeira viagem de ônibus do meu ticket de 5 viagens, e para garantir que seria inesquecível é obvio que o meu ônibus quebrou no caminho, duas horas parada em Hamilton, o que me fez pensar na dica#12 se você vai viajar para conhecer outras cidades mas precisa voltar a cidade de partida para pegar o avião de volta para casa, melhor pegar o ônibus de volta um dia antes!!
Tapo fica a 278km de Auckland e é onde fica o maior lago em extensão da Nova Zelândia. O Lago Taupo se estende por 616km quadrados e possui 185m de profundidade. Apesar de ser uma cidade pequena, existem muitas coisas para se ver e fazer e para todos os gostos. Para os mais aventureiros, mountain biking, bungy jumping, jet boating e skydiving (Taupo é conhecida como a capital da queda livre na Nova Zelândia) são algumas das opções. Se o sua paixão é pelas águas, você pode nadar nas águas cristalinas do lago, quem sabe fazer um passeio de barco ou veleiro, andar de caiaque, voar de parapente ou simplemente pescar umas trutas no lago. Dica#44 sempre ter na mala um traje de banho (que desta vez ficou faltando!). Para os que querem simplemente relaxar a cidade oferece opções como as piscinas de águas termais, spas, campos de golfe, trilhas para caminhada e as visitas aos pontos turísticos (que foi o que eu fiz!). E para percorrer os pontos turísticos acabei comprando um ticket de NZ$16 para um dia de leva-tras de van (http://www.shuttle2u.co.nz/), o que facilitou muito o passeio.

From New Zealand 2012
#Lake Taupo

From New Zealand 2012
#Lake Taupo

From New Zealand 2012
#Huka Falls - Rio Waikato (220.000 litros de água por segundo)

From New Zealand 2012
#Huka Falls - Rio Waikato (220.000 litros de água por segundo)

From New Zealand 2012
#Rio Waikato

From New Zealand 2012
#Rio Waikato

From New Zealand 2012
#The craters of the moon (As crateras lunares)

From New Zealand 2012
#The craters of the moon (As crateras lunares)

From New Zealand 2012
#The craters of the moon (As crateras lunares)

From New Zealand 2012
#Wairakei Terraces

From New Zealand 2012
#Wairakei Terraces

From New Zealand 2012
#Wairakei Terraces

Você pode conferir mais das minhas fotos nesse link aqui https://picasaweb.google.com/117657495251525330966/NewZealand2012?authuser=0&feat=directlink!

E a viagem continua no próximo post!!
See you..

:)


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