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Google Institute mapeia ‘street art’ em Buenos Aires

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Foto: Buenos Aires Street Art

 

Essa ferramenta desenvolvida pelo GOOGLE CULTURAL INSTITUTE, em conjunto com 30 parceiros globais, é um es-pe-tá-cu-lo para quem gosta de street art.

Eles estão documentando a arte de rua em diversas partes do mundo e colocando numa livraria digital.

O projeto foi lançado este mês, simultaneamente, em Paris e Buenos Aires. 

Entre os parceiros locais estão GRAFFITIMUNDOBUENOS AIRES STREET ART, que subiram cerca de 300 imagens de alta resolução do que tem de melhor na cidade.

Vocês podem espiar AQUI. 

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O maior mural de Buenos Aires, feito por Martin Ron, em Villa Urquiza

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Um dos meus preferidos

Dá para encontrar os grafitis por bairro e pelo nome do artista. Alguns deles vêm com uma pequena descrição do trabalho.

O BUENOS AIRES STREET ART subiu três coleções diferentes. A primeira mostra algumas das melhores fotos feitas por artistas internacionais e locais e se chama Buenos Aires – a graffiti and street art capital.

A segunda exibe os maiores murais da cidade. As fotos estão reunidas sob o título Villa Urquiza and Coghlan Art District. Por fim, a terceira mostra como foi feito o maior mural da cidade, em agosto de 2013 – Martin Ron giant mural in Villa UrquizaA Graffitimundo tem outros quatro álbuns.

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Trabalho de Cabaio. Foto: Graffitimundo

 

Aliás, a GRAFFITIMUNDO - que muita gente já conhece pelos tours de grafite por Buenos Aires – abriu recentemente uma galeria de arte em San Telmo. O lugar se chama UNION e nasce com a proposta de reunir trabalhos de artistas sul-americanos, numa celebração da arte urbana contemporânea.

Quem está expondo agora na UNION  é Santiago Spirito, mais conhecido como Cabaio, que faz um trabalho que amo de paixão e que vocês já devem ter visto pelas ruas de Buenos Aires. Ele também participa também do coletivo de arte Chen-Chen, junto com a artista brasileira Clara Domingas. Cabaio está com uma mostra individual chamada Lluvia, com 20 obras em papel, tela e madeira.

A galeria fica em Carlos Calvo 736 e está aberta de segunda a sexta, das 10h às 18h. Contato: uniongaleria@gmail.com. 

 

 

 

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A história por trás do hino argentino na Copa

Brasil, decime qué se siente / tener en casa a tu papá / Te juro, que aunque pasen los años / nunca nos vamos a olvidar / Que el Diego te gambeteó / que Cani te vacunó / que estás llorando desde Italia hasta hoy / A Messi lo vas a ver / la Copa nos va a traer / Maradona es más grande que Pelé
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Hit tem 45 anos

A letra é de “Decíme que se siente”, o hino da torcida argentina na Copa do Mundo de 2014. Cada vez dá mais o tom nas festas, se escuta nas arquibancadas e nas ruas.  E até no avião que me levou de Buenos Aires para Porto Alegre, cantada pelo piloto! Um hit!

Mas descobri pelo NUEVO DIARIO WEB que a música não foi estreada nesta Copa: o tema original tem 45 anos! Trata-se de “Bad Moon Rising”, que John Fogherty escreveu para Green River, terceiro ábum de estudio de Creedence Clearwater Revival.

A música debutou como single em 1969 e  chegou ao segundo posto no ranking da Billboard.

A letra original fala de uma “má lua”, que traz problemas como relâmpagos, terremotos e furacões.  E já foi gravada por mais de 20 artistas de diferentes estilos. Em algum momento da última década foi descoberta pelos torcedores. Um dos primeiros a usar foram os de San Lorenzo de Almagro.

Dizia assim: “vengo del barrio de Boedo, barrio de murga y carnaval / te juro que en los malos momentos, siempre te voy a acompañar”. Mas Boca e Nuñez também a adotaram.

Fiquem com a versão original e duas das versões.

 

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Fugi pra Copa: as fotos da festa argentina em Porto Alegre

Estar na Copa do Mundo em Porto Alegre, cidade que amo, justo num jogo da Argentina, foi uma delícia.

Abaixo, algumas fotos que fiz da festa argenta-brazuca.

 

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A festa começou cedo, na Passsarela do Gol, na Borges de Medeiross

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E os argentinos chegaram dando um show de bom humor

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Os poucos nigerianos viraram celebridades

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Os hermanos e suas esperanças “embandeiradas”

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Só love, só love

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Abrazo ou abraço, tanto faz. Mas que seja sincero.

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Os “sem ingresso”

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O que eu amei nessa foto? O skate!

E as gaúchas...não perdem o estilo jamás!

E as gaúchas…não perdem o estilo jamás!

 

 

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Documentário sobre Caio Fernando Abreu no Malba

O MALBA exibe nesta quarta-feira (25), às 19h, um documentário sobre o Caio Fernando Abreu, dentro do projeto Escritor Oculto, que já passou filmes de Mario Bellatin e Andrés Caicedo.

A obra é de Cacá Nazario e Bruno Polidoro e se chama Sobre sete ondas verdes espumantes“.

É um roadmovie poético construído através da vida e obra do escritor Caio Fernando Abreu, um dos nomes mais importantes da literatura brasileira, com mais de 15 livros publicados no país e edições lançadas na França, Alemanha, Itália, Estados Unidos, Holanda e Bélgica.

O filme é dividido em sete ondas, blocos narrativos que permeiam a obra literária e a vida de Caio F.: onda da solidão, do espanto, do amor, da melancolia, do transbordamento, do ir-remediável e para além dos muros.

Ao mergulhar nessas ondas, o espectador encontra imagens de arquivo nas quais Caio aparece falando sobre sua vida, sua obra e sua visão de mundo; imagens poéticas impulsionadas por seus textos; fragmentos de seus contos e cartas; entrevistas com pessoas com as quais conviveu; e vídeos gravados nas cidades onde passou e narrou ao longo de sua produção.

Santiago, Amsterdã, Berlim, Colônia, Paris, Londres, Porto Alegre, São Paulo. As cidades que testemunharam a vida breve do poeta, dramaturgo e escritor Caio Fernando Abreu (1948-1996) são revisitadas e recobertas agora de fragmentos de suas obras e lembranças de seus amigos, como Maria Adelaide Amaral, Grace Gianoukas e Adriana Calcanhoto.

Leiam as críticas:

. Luiz Carlos Merten (lindo texto!)

. Luiz Zanin

. Cid Nader

 

caio_astrologiaAproveito este post para agradecer publicamente – e divulgar – o maravilhoso livro 360 Graus: inventário astrológico de Caio Fernando Abreu, da astróloga AMANDA COSTAEla faz uma análise da obra do autor sob o ponto de vista da astrologia.

O livro é resultado de sua dissertação de Mestrado em Literatura Brasileira (UFRGS) e traz cartas inéditas de Caio, além de abordar novos aspectos da produção literária do escritor. 

Amanda analisa e interpreta o livro Triângulo das águas (1983) – sexto livro de Caio -, buscando as imagens arquetípicas ligadas à tradição da Astrologia presentes nos textos.

Também, a partir da revisão da obra completa de Caio – romances, contos, crônicas, peças teatrais –, a autora identifica os traços do simbolismo astrológico, sua vinculação com a mitologia e as conotações psicológicas e existenciais.

Gracias, Amanda! 

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Muito orgulhosa do meu autógrafo!

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O que não sai da vitrola: Jogando Tango

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Foto Daniela Agostini

O nome não podia ser mais apropriado para tempos de Copa do Mundo: JOGANDO TANGO!

Por isso eu recomendo que vocês aproveitem o clima deste mês e a invasão dos hermanos em Porto Alegre para descobrir um tango de altíssima qualidade, feito por dois brasileiros e um argentino.

Com dois detalhes que conquistaram meu coração gaúcho – a incorporação do acordeom, mais conhecido como gaita lá no Rio Grande do Sul, e a pergunta que me faço todos os dias: onde está a fronteira?

O TRIO JOGANDO TANGO nasceu do encontro de dois brasileiros: Ricardo Pesce (acordeom) e Vinicius Pereira (contrabaixo), e um argentino radicado no Brasil, Juan Pablo Ferrero (violão). O grupo nasceu do desejo dos três de se aprofundarem no universo da música argentina e difundí-la no Brasil.

Em seu primeiro trabalho, “Hecho a Mano” (2011), que dá para ouvir AQUI, eles pesquisaram a música de Buenos Aires: o tango, a valsa e a milonga. A partir daí, começaram a olhar para a música do interior do país, até chegarem à fronteira entre Argentina e Brasil. Descobriram neste processo que os dois países vizinhos têm muito mais afinidades do que se imagina, apesar da diferença idiomática.

Jogando Tango

Jogando Tango fez parte do coletivo brasileiro de tango “El Arrastre”, ao lado da orquestra típica De Puro Guapos (de quem eu já falei no blog!) e do Quinteto Café Tango. Juntos gravaram um DVD documentário lançado em 2010 e promoveram o I Festival Internacional de Tango de La Falda, em 2011, sediado no Memorial da America Latina, SP.

Em 2012, Jogando Tango ganhou o Prêmio FUNARTE de Concertos Didáticos e, em 2013, foi aprovado no edital do SESI Arte-Educação, circulando com o concerto didático “Onde Está a Fronteira” por unidades escolares do SESI no interior de São Paulo.

 

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