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Imperdível: 12 Casas – Histórias de Mulheres Devotas

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Ester e Lidia – show de atuação

Começou esta semana pela TV Pública uma minissérie ótima, chamada  Doce casas. Historia de mujeres devotas, escrita e dirigida por Santiago Loza.

É de segunda a sexta, às 22h30.

N total, serão 12 semanas consecutivas, cada uma com um enredo diferentes, mas unidas por um elemento: a “Virgem Maria”, que vai passando em cada uma das casas das “devotas”.

 

Doce Casas

O “perigo”

A primeira história está ÓTIMA, super divertida. É sobre Lidia e Ester, duas irmãs solteironas, que têm uma loja na qual aparecem poucas clientes. A visita inesperada de um sobrinha, filho da terceira irmã, falecida, significa a chegada de um perigo do qual elas precisam se defender.

Deixo vocês com o trailer geral e com o primeiro capítulo. 

 

1º semana — Enero. Historia de Lidia y Ester.: Marilú Marini, Claudio Tolcachir y Claudia Lapacó.
2º semana — Febrero. Historia de Mercedes: María Inés Sancerni, José Escobar, Rita Cortese y Patricio Aramburu.
3º semana — Marzo. Historia de Teresa: Eva Bianco, Guillermo Arengo, Viviana Saccone y Marcelo Subiotto.
4º semana — Abril. Historia de Magdalena: Martín Gross, María Marull y Julia Calvo.
5º semana — Mayo. Historia del hijo de Aurora: Iván Moschner y Verónica Llinás.
6º semana — Junio. Historia de Dora y Marina: Julieta Zylberberg y Susú Pecoraro.
7º semana — Julio. Historia de Andrea: Cecilia Ursi, Ailín Salas, Alejandra Flechner y Martín Slipak.
8º semana — Agosto. Historia de Teté: Cristina Banegas, Tina Serrano y Leonor Manso.
9º semana — Septiembre. Historia de Delia y Omar: Gaby Ferrero, Juan Gabriel Miño y María Onetto.
10º semana — Octubre. Historia de Romeo: Cecilia Rainero, Cecilia Rosetto, Alejandro Tantanian y Marco Antonio Caponi.
11º semana — Noviembre. Historia de Nora: Laura Paredes, Luisina Brando y Esteban Meloni.
12º semana — Diciembre. Historia de Lili: Ingrid Pelicori, Noemí Frenkel, Luz Palazón y Emilio Bardi.

 

 

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1.000 km de Nordeste: o Cânion do Xingó

A partir de Aracaju, fomos conhecer o Complexo Turístico de Xingó, uma região do Sertão Nordestino que engloba os estados de Alagoas, Sergipe e Bahia. A cidade de Canindé de São Francisco, localizada a 213 km da capital sergipana, é o portão de entrada para este atrativo que recebe diariamente cerca de 1,5 mil turistas de diversos pontos do país.  Ou seja: não é um passeio privê! Mas a gente encarou!

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Não tem photoshop, a água é verdinha mesmo

O cânion surgiu após o represamento das águas do Rio São Francisco para a construção da Usina Hidrelétrica do Xingó, inaugurada em 1994 – é o 5º maior cânion navegável do mundo, com 65 quilômetros de extensão, 170 metros de profundidade e largura que varia de 50 a 300 metros. Em 2011, foi cenário de gravação da primeira fase da novela Cordel Encantado, da Rede Globo.

Xingó - Foto Gisele Teixeira

Mostrando o Brasil pro gringo!

Tanto o Viaje na Viagem quanto o Matraqueando sugeriam não fazer o passeio bate-e-volta num dia só, e sim combinar com o passeio da Rota do Cangaço. Mas a gente não teve muita opção. E fez tudo como não era para fazer. Não doeu tanto.

A partir de Aracaju, são três horas de viagem até Canindé de São Francisco. Depois, uma hora de barco navegando pelo Rio, uma hora de banho e uma para retornar. E depois mais três. Dormindo, óbvio. Vamoquevamo!

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O pai e eu aproveitamos para resolver os problemas do mundo! Papo sério.

Durante o percurso pelo São Francisco, formações rochosa se fazem imponentes ao longo dos 18 km rio adentro. As principais delas são: a Pedra do Gavião, o Morro dos Macacos, a Pedra do Japonês e o Paraíso do Talhado. A imensidão esverdeada das águas do “Velho Chico” contrasta com a paisagem rústica.

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O caminho é assim

Os catamarãs que fazem este passeio saem da frente do restaurante Karrancas (o único usado pelas agências de turismo). Quando a gente chega lá dá um desespero, porque é muita gente. Mas por incrível que pareça o embarque é tranquilo, porque é por agência e não por chegada. Pero sem ilusões, people: é super farofa!  

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O embarque

 

No caminho, muita gente, música alta, espetinho rolando solto no barco. Tem que relaxar! E até que a nossa trilha sonora não foi tão mal. Rolaram os clássicos do “Rei do Baião” Luiz Gonzaga, canções de Alceu Valença e Raimundo Fagner, além de Gilberto Gil e Lenine.

Após uma hora de viagem, a embarcação chega à “Gruta do Talhado”, que surge através dos imensos paredões de pedra. Este é o momento onde os turistas podem então desfrutar do banho nas águas do Rio São Francisco. Outra muvuca, uma espécie de piscinão de Ramos. Fazeroquê: se quiser nadar, tem que entrar no cercadinho!

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A partir deste ponto, a gente pegou outro barquinho (R$5,00) para chegar mais perto da Gruta do Talhado. O passeio não dura nem dez minutos, mas vale a pena. Lindas fotos no caminho!

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Êpa! A gente vai lá no cantinho!

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Silêncio

Na volta, se você estiver de excursão como a gente, vai pegar uma última muvucada no restaurante Karrancas (R$ 30 por pessoa). Mas só um pouquinho! O passeio é vendido pelas diversas agências de Aracaju e custa em torno de R$ 130 (fora de estação dá para regatear).

Foto Gisele Teixeira

Tchau, São Francisco!

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1.000 km de Nordeste: Museu da Gente Sergipana

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As fotos são de divulgação do Museu. As minhas não ficaram muito boas.

Veja só que coisa difícil: fazer um museu que retrate a sua gente!

Pois foi esse o desafio do MUSEU DA GENTE SERGIPANA, uma das coisas mais lindas desta viagem.

Por mais que eu conte aqui, é impossível dar a dimensão da emoção que é este lugar.

Infelizmente, as nossas fotos não ficaram boas e quase todas as imagens publicadas são de divulgação. 

A concepção artística é do Marcello Dantas, o mesmo do Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo, o que é praticamente um selo de qualidade. Ele já desenhou nove museus. 

Bom, o Museu da Gente não é uma coleção de objetos, mas a representação de uma cultura aberta e pulsante.

A gente pode, por exemplo, aceitar o desafio de um repentista virtual, gravar tudo e depois ainda subir na internet!! Ou regatear uma compra na feira. Ou descobrir vídeos sobre as festas locais conforme o desenrolar da brincadeira de amarelinha. É tudo interativo. Foi eleito a atração do ano pelo Guia Quatro Rodas em 2013.

Está dividido em áreas temáticas:

Nossas feiras – exposição de objetos típicos e instalação José Vende onde a gente pode regatear com o feirante virtual.

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Nossos Falares - onde é possível ouvir depoimentos de moradores de cada microrregião sergipana e perceber a forma como cada um fala, desde a entonação até os vocábulos adotados.

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Nossos leitos - Túnel com projeção em 360º apresentando a diversidade da fauna e flora sergipana. No percurso do túnel o visitante tem uma imersão virtual nos ecossistemas de Sergipe.

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Dez esta sala!

Nossos pratos -  Através da combinação dos ingredientes na mesa interativa é possível preparar os principais pratos da culinária sergipana.

Nossas praças - Onde se pode vislumbrar as praças de Sergipe, acionadas através do movimento de um Carrossel, numa homenagem ao lendário Carrossel do Tobias de Aracaju.

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Velhos tempos!

Nossas Histórias - Elementos da cultura sergipana são expostos através de um labirinto de espelhos que revelam os objetos através de sensores de presença.

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Nossas Festas – instalação interativa com a amarelinha. Através da brincadeira são acionados vídeos sobre as principais festas de Sergipe.

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Acho que Cortázar aprovaria

Nossas Coisinhas – Jogo da Memória com objetos representativos da cultura sergipana. Ao brincar descobrindo os objetos é possível encontrar associações com trechos de músicas e poemas.

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E ainda tem café e lojinha (ganhei uma flor linda de colocar no cabelo!). E o melhor: É grátis!!

 

SERVIÇO: Avenida Ivo do Prado, 398 – Centro

DIAS E HORÁRIOS DE FUNCIONAMENTO: 

- De Terça a Sexta – das 10h às 17h.

- Sábado, Domingo e Feriados – das 10h às 16h

Às Segundas-feiras

 

 

 

 

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1.000 Km de Nordeste: Aracaju

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Foto Jorge Henrique/Acervo Funcaju

Depois de Salvador (que vou contar mais tarde), nossa primeira parada foi em Aracaju – talvez a cidade menos conhecida do Nordeste. Isso sempre me intrigou. Não mais…

Devido à proximidade com a foz dos rios Sergipe e Vaza-Barris, Aracaju tem águas de tonalidade mais turva, ao contrário do mar verdinho que pode ser visto em outras capitais nordestinas. Ou seja, as praias não são o forte desta cidade! Realmente, para quem tá buscando mar, melhor ir a outro lado, com o perdão de toda a galera de Aracaju.  

Por outro lado, a cidade é super limpa e organizada.

Entre as praias da cidade, Atalaia é a que tem a orla mais urbanizada, com quadras, ciclovia, restaurantes e barracas bem-estruturadas. Foi onde a gente ficou. A dica é curtir seu sossegado e bem-cuidado calçadão. Fizemos altas caminhadas.  

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O rei das águas!!

Aproveitamos para fazer alguns passeios pendentes, como conhecer os Cânions do São Francisco e o maravilhoso Museu da Gente Sergipana, temas que vão ganhar posts especiais, além de curtir família e amigos, que estavam lá.

Outros passeios a partir de Aracaju são as cidades históricas de Laranjeiras e São Cristóvão(que se tornou Patrimônio Mundial em 2010) e a praia Mangue Seco, que ficou famosa pela novela Tieta.

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Mangue Seco. Divulgação

Infelizmente a gente não fez um roteiro que parece ser lindo: a Rota do Cangaço. Fica para uma próxima vez.

ONDE FICAR: Aracaju me pareceu ter uma rede hoteleira muito cara perto do que oferece. No resto do Nordeste ficamos em lugares muito mais bacanas e mais baratos.

Na nossa primeira passagem pela cidade alugamos um apartamento, e na segundo optamos por uma pousada (que não vou indicar porque não merece).

A Sílvia, do Matraqueando, indica o Íbis (no Centro) e o Celi Hotel (na Praia de Atalaia).

Na mesma praia, o Viaje na Vigem indica, o San Manuel, de bom custo x benefício, o Radisson, além do Mercure e Real Classic.

 

ONDE COMER: O forte da culinária sergipana é o caranguejo. Tanto é que em Atalaia eles fizeram a Passarela do Carangueijo, com um restaurante atrás do outro. Passei batido! Fiquei na tapioca.

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Uma das mehores moquecas da viagem! Conta: R$ 220 para sete, com sucos.

Em um dos dias, segui as dicas do Viaje na Viagem e fui almoçar com toda a galera no restaurante Caçarola, que fica no terraço do Mercado Público Antônio Franco e oferece uma bela vista do Rio Sergipe. Decisão super acertada. Foi uma das nossas melhores refeições.

Durante a semana tem bufet self-service e sábado e domingo funciona a la carte. Sobremesas com nomes divertidos como Negão Gostoso! Tem que provar! Outra dica excelente é o Maria Flor, em Atalaia.

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Toda a família no Caçarola!

 

O QUE FAZER: Um dos passeios “obrigatórios” é visitar o Centro Histórico de Aracaju, com parada nos mercados públicos (são três). O Mercado Municipal Antônio Franco vende peças de artesanato mais populares, como bordados, redes, rendas e objetos de palha.

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Pergunta que é capaz de ter!

A Passarela das Flores faz a ligação com o Mercado Thales Ferraz, que vende artesanato semelhante, farinha de tapioca, queijos, rapaduras e vários tipos de castanha de caju (R$ 10 o quilo!)- a banquinha de cordel, logo após a passarela, também vale a visita. O Mercado Governador Albano Franco oferece boa oferta de frutas regionais.

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Miles de botecos para comer tapioca

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Edu e seu hobby: descobrir “barbeiros”

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Pacote completo: cabelo e barba modelada

 

Em Atalaia, outro bom passeio é o Oceanário de Aracaju, onde dá para conhecer espécies da fauna do rio São Francisco e da costa sergipana.

É o primeiro oceanário do Nordeste e o quinto do Brasil, administrado pela Fundação Pró-Tamar, e reúne cerca de 70 espécies diferentes, todas nativas de Sergipe expostas em 18 aquários (cinco de água doce e 13 de água salgada). 

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Foto Divulgação Tamar Sergipe

Logo na entrada, fica o maior deles, o grande aquário oceânico, com 150 mil litros, abrigando cerca de 30 espécies, incluindo arraias, tubarões, moréias, xaréus, caranhas, vermelhos e meros. Existem ainda quatro tanques: um onde os visitantes podem tocar em várias espécies de invertebrados, crustáceos, moluscos e peixes, sempre com a  orientação de um monitor; dois tanques com espécies de tartarugas marinhas; e um tanque com tubarões, onde o visitante poderá observar de perto o comportamento da espécie. 

Todos os dias, às 16h, dá para acompanhar a alimentação dos bichanos.

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A alimentação das tartarugas é diferente, de manhã

 

Outro lugar para vistar é Centro de Arte e Cultura J. Inácio. Foi lá que vi um trabalho muito interessante, da artista plástica Clauda Nén, inspirado na literatura de cordel. 

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Pra terminar, indico arrastar o pé no restaurante casa de forró Cariri, que é meio para turista mas é super divertido. Não é bem pé de serra, mas vale a pena.

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E não é que o Argentino caiu no forró?

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1.000 quilômetros de Nordeste – roteiro de viagem

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Média de preço das caipirinhas: R$ 6,00

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Até lá onde o Brasil faz a curva

Aos poucos vou postando as matérias sobre a “road trip” que fizemos pelo Nordeste neste verão.

Foram 32 dias de férias e mais de 2000 km rodados no total, passando por seis estados brasileiros: Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte. No meio, miles de prainhas!

Uma viagem assim, além de planejamento de rota, hospedagem e alimentação, também precisa de um bom planejamento financeiro, já que esse tipo de iniciativa não costuma ser muito barata.

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A nossa praia!

A gente planejou mais ou menos, e talvez por isso nem tudo tenha saído como queríamos. Em alguns lugares o orçamento deu, em outros estourou. Além disso, algumas praias ficaram de fora (buáaá)… Mas valeu a pena. Erros são aprendizagem. 

O trajeto foi o seguinte: compramos uma passagem Buenos Aires -Salvador-Buenos Aires. Passamos uma semana na capital baiana, antes do Carnaval, e em seguida fomos para Aracaju, de ônibus, para encontrar com meus pais que estavam por lá.

Depois, alugamos um carro para ir até João Pessoa, com paradas no caminho. Terminamos esticando até Pipa, no Rio Grande do Norte. A ida foi bem devagarinho e nos levou quase toda a viagem. Já a volta foi no batidão (em dois dias!), para terminar com mais uma semana de mar em Morro de São Paulo (BA).

A ideia era ir postando tudo durante o trajeto, mas não funcionou. Principalmente porque a conexão de internet era ruim em TODOS os lugares que a gente ficou – das pousadas meia-boca aos melhores hotéis. Mas também porque resolvi desconectar para curtir mais as as férias.

Agora, “despacito”, vou organizando as memórias e compartilhando com vocês. Vou começar por Aracaju e vou “subindo”. Os posts sobre Salvador ficarão para o final porque são muitos.

Adianto que teve de tudo!

Pré-carnaval com show do Olodum, passeios em família, medo ao se perder à noite numa estradinha de terra desconhecida, reencontro de amigos que não se viam há 40 anos, visita de uma leitora, banho de lama, excesso de sol e ombrinho descascado na volta.

Vem com a gente!

 

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Nos cânions do São Francisco com toda a family

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Edu queria um repente só pra ele. E ganhou!

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Barba, cabelo e bigode no mercado de Aracaju

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Da lama ao caos

 

 

 

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