Octafonic, a banda de 2014 que eu tô escutando em 2015

octafonicEles foram eleitos por vários jornalistas especializados em música como a banda do ano de 2014 aqui na Argentina. Mas eu não tinha tido tempo de escutá-los com atenção.

Criado por Nicolás Sorín e integrado por destacados músicos do jazz atual, Octafonic “suena” bem roqueiro.

Tem nove integrantes e, embora seja um grupo argentino, as letras são em inglês.

O primeiro disco do grupo se chama Monster. 

Segue AQUI o link para vocês escutarem o disco completo em Spotify, que a S-Music gentilmente me mandou agora.

Amei.

É a dica de hoje.

 

 

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Eu indo ao pampa, o pampa indo em mim

O ano de 2015 começou como eu queria. Devagar. No Pampa.

Com tempo para abraçar a família, tomar mates em silêncio, ver o pôr-do-sol, chorar por gente que teima em ir antes do combinado, pensar.

Slow-life.

Abaixo, fotos sem filtro, sem photoshop, legendadas com trechos de Indo ao Pampa, de Vitor Ramil.

 

pampa 2 - Foto Gisele Teixeira

E me espalho sob o céu Que estende tanta luz No campo verde a meus pés

pampa - Foto Gisele Teixeira

Com a missão de olhar pra tudo E em tudo viajar Pra não ser só um cego Num espaço sem ar

 

Sou o futuro imperfeito De um passado sem lugar

Sou o futuro imperfeito
De um passado sem lugar

 

E lá vamos nós Seguindo a frente fria Pampa a dentro e através

E lá vamos nós
Seguindo a frente fria
Pampa a dentro e através

 

Meus últimos dias estão condensados nas dicas abaixo:

1. Documentário A Linha Fria do Horizonte.

Esse documentário faz uma viagem pela região do Rio da Prata que se estende por três países: Brasil, Argentina e Uruguai. Fundamental para entender as raízes. Para mim, fundamental para entender porque desarmei as malas aqui em Buenos Aires. Tô no centro e não na beirada.

Dá para comprar online, por Facebook. 

Com uma fotografia de emocionar, mostra a relação entre a paisagem, o clima e a obra de diversos cancionistas oriundos desses locais, que ignoram fronteiras e ampliam a discussão a respeito da criação sonora.

Três vertentes formam o eixo principal desse vídeo: a “estética do frio”, do Sul do Brasil; o “templadismo” uruguaio e o “subtropicalismo” argentino. Vitor Ramil, Daniel e Jorge Drexler e Kevin Johansen são alguns dos escolhidos para revelar, cada um à sua maneira, a influência das baixas temperaturas na frutífera produção musical proveniente desses lugares.

 

2. Blog Pampurbana

Este espaço, tocado pelo João Vicente Ribas, traz muito do que tá acontecendo musicalmente no eixo Brasil, Argentina e Uruguai.

E tudo não haveria nem começado se antes não houvesse uma história em comum, de disputas de fronteiras entre portugueses, índios e espanhóis. Não houvesse tango por todo o Prata. Também não chegaríamos ao amadurecimento artístico no patamar atual se antes não tivessem interações como a entre Raul Ellwanger e Mercedes Sosa; se até aqui outros compositores nunca tivessem cruzado a fronteira política e assumido uma identidade comum aos vizinhos.

Indico começar por 10 canções que você precisa conhecer em 2015.  

 

Abaixo, uma dica de trilha sonora. Tô apaixonada por esta milonguita! Voz e violão de Zelito, letra de Pirisca Greco/Pablo Grinjot/Zelito

 

3. O Tempo e o Vento

pampa

Onde todas as histórias, senão na família?

Com tempo livre, decidi reler o Tempo e o Vento, do escritor Erico Verissimo, considerada por muitos a obra definitiva do estado do Rio Grande do Sul.

Dividida em O Continente (1949), O Retrato (1951) e O Arquipélago (1962), o romance representa a história do estado gaúcho, de 1680 até 1945 (fim do Estado Novo), através da saga das famílias Terra e Cambará.

Disponível para download no site Lê Livros. 

 

4. Mais trilha sonora.

Essa seleção musical foi feita pelo Leonardo Foletto e a encontrei por acaso no site O Brasil com S. 

Tomei a liberdade de reproduzir abaixo o texto sobre as canções.

Tá super bacana porque traz um pouco dessa atmosfera que o pampa carrega, tendo por base principalmente a milonga, mas também o pop, o candombe, o rock, o nativismo, a MPB (ou MPG, música popular gaúcha) e até um quase blues.

Dá para escutar todas as músicas abaixo.

1. Elis Regina – “Os Homens de Preto” (1975)
Clássico dos clássicos da música gaúcha, composta por Paulo Ruschel e regravada aos borbotões, “Homens” ganhou uma linda versão na voz de Elis Regina, em arranjo do maestro Rogério Duprat, para a coletânea “Música Popular do Sul vol.1”.

2. Almôndegas – “Amargo” (1975)
Cria dos anos 1970, o Almôndegas deu um cara própria a música pop feita no Rio Grande do Sul com sua mistura de rock e MPB com música regional. Deixaram 5 discos, muitos clássicos e um culto que só cresce nas novas gerações conectadas. “Amargo” (Ou “Cevando o amargo”), composição de Lupicínio Rodrigues, fecha o primeiro disco da banda, de 1975, com um retrato de uma cena típica dos pampas.

3. Os Cantores dos Sete Povos – “Esquilador” (1979)
Composição de Telmo de Lima Freitas vencedora da Calhandra de Ouro, prêmio entregue na Califórnia da Canção de Uruguiana, até hoje um dos principais festivais de música nativista do RS. Faz um relato quase jornalístico, recheado de detalhes, do processo de tosquia da ovelha e de seu personagem principal, o esquilador, numa das músicas mais regravadas de sempre no RS.

4. Almôndegas – “Androginismo” (1978)
Canção síntese da inventividade da banda, “Androginismo” conta um causo sobre um “tipo perigoso, que vive sorridente e fazendo quá-quá-quá” num “cabaré da zona”, típico de uma cidade do interior do estado mas que poderia ser de qualquer lugar do mundo. Rock cantado e composto por Kledir Ramil, gravado no último disco da banda, “Circo de Marionetes” – logo depois os Almôndegas acabariam e Kledir sairia com seu irmão Kleiton, também do grupo, em carreira solo.

5. Leopoldo Rassier & Os Serranos- “Veterano” (1982)
Rassier era advogado, estancieiro e um dos grandes intérpretes da música gaúcha de sempre. Em “Veterano”, dá vida a letra do poeta Antônio Augusto Ferreira sobre o “bagual que não se entrega” apesar da idade e relembra de suas lidas no pampa. Os Serranos, no auge de sua forma técnica em 1982, acompanham o intérprete no programa de TV Galpão Crioulo, nesta que é a versão definitiva de um clássico.

6. Musical Saracura – “Xote da Amizade” (1982)
Um dos grupos mais populares da música gaúcha da virada dos 1970 para os 80, o Saracura cantava a cidade (no caso, Porto Alegre) com o espírito e a simplicidade do interior. Esse xote com guitarra, presente no primeiro e único disco gravado pelo Saracura, é uma boa mostra do som da banda, música e letra de Mário Barbará, profícuo compositor da cena nativista, vocais e acordeão de Nico Nicolaiewsky – que faria fama e história depois com “Tangos & Tragédias”, e que veio a falecer neste 2014.

7. Vitor Ramil – “Ibicuí da Armada” (1984)
Em seu segundo disco, com apenas 22 anos, Vitor Ramil já mostrava a que vinha com esse causo cheio de referências poéticas – dentre as quais, Maiakóvski, o “poeta russo” citado – que ajudam a construir um épico histórico com ares de lenda farrapa contada às margens do Ibicuí: “São três homens/Três facões/Com três lenços rubros/São três sombras/Três chapéus/Que entram pela mata/Três luas brilhando no aço/São três degoladores/Por sorte não me viram!/Ibicuí da Armada/A mulher cavalga sobre teu leito”).

8. Tambo do Bando – “Deixem seus olhos Fixos” (1990)
O Tambo foi o principal grupo renovador do nativismo gaúcho na virada dos anos 1980 pros 1990, com letras que refletiam a dura realidade do homem do campo (e da cidade) e interpretações mais criativas e contestadoras às tradicionais canções de exaltação da bravura e da simplicidade do gaúcho típicas do gênero. É dessa lavra que vem a sua música mais conhecida, “Deixem seus olhos fixos”, composta em 1987 e gravada em “Ingênuos Malditos”, álbum de estreia do grupo, em 1990.

9. Graforréia Xilarmônica – “Amigo Punk” (1995)
Quando o imaginário do pampa – e de seu habitante, “o gaúcho” – encontra o ambiente urbano da capital Porto Alegre do final dos anos 1980 e sua cultura pop-chinelagem-irônica, surge essa milonga-rock, ícone-mor do que se convencionou chamar de “rock gaúcho”.

10. Bebeto Alves – “Milongueando uns troço” (1995)
De longa trajetória na música gaúcha, Bebeto Alves é conhecido por revisitar a milonga agregando ritmos diversos, valsa, tango, chamamé, rock e até ecos do funk e do eletrônico. “Milongueando uns troço” é do disco de mesmo nome, de 1995, só violões e voz, interpretada com a crueza de um blues perdido nalgum bar decadente de Uruguaiana, sua fronteiriça terra natal.

11. Vitor Ramil – “Deixando o Pago” (2010)
Desenha bem a paisagem geográfica e afetiva do pampa do ponto de vista de quem está partindo. Poesia de João da Cunha Vargas, poeta pampeano por excelência, musicado milongueiramente por Vitor Ramil, no que virou um clássico do seu vasto repertório – e que costuma fazer brotar lágrimas de saudade de gaúchos distantes do pago. Gravada primeiramente no disco Ramilonga (1997), essa versão é a de “Delibáb” (2010), com o acréscimo do violão argentino de Carlos Moscardini.

12. Vinícius Brum – “O pago” (2010)
Uma das melhores músicas do disco de Vinícius Brum de 2010 inspirado em “Assim na Terra”, livraço de Luis Sérgio “Jacaré” Metz relançado pela Cosac & Naify em 2013. Jacaré era letrista da maioria das canções do Tambo do Bando, banda da qual Vinícius faz parte, e um dos grandes escritores gaúcho das últimas décadas, falecido precocemente em 1996.

13. Richard Serraria – “Pampa Esquema Novo” (2010)
Serraria traz em seu trabalho um resgate da cultura negra presente no pampa, sobretudo no RS e no Uruguai. Nessa mistura de candombe com maracatu, parceria com Marcelo da Redenção e que dá nome ao disco do músico lançado em 2010, faz uma ode à alma mestiça gaúcha.

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.:. Continuando em Cartagena – parte 2 .:.

Mais algumas fotos de Cartagena. Ao todo ficamos 4 dias lá, o que acho mais que suficiente para conhecer os principais pontos turísticos. 

Nesses dias fizemos recorridos pela parte histórica da cidade, conhecemos a praia, fomos a uma ilha a uns 40 km da cidade, andamos de carruagem, jantamos em restaurantes legais. Como estamos com uma criança de 1 ano, até que passeamos bastante, considerando que a noite é praticamente impossível sair do hotel.

A impressão que estou tendo da Colômbia em geral é de que está tudo muito caro para nós brasileiros, principalmente em Cartagena que está em alta temporada de turismo. Os preços são de Brasil ou muito mais caro. Em qualquer restaurante um prato de comida não custa menos que $30.000,00 (+/-R$ 50,00). Acredito que em parte seja pela desvalorização do Real frente as outras moedas.

Sobre hotel, posso com certeza dizer não recomendo um tal de "Casa Real", fica bem localizado, porém as condições dos quartos são horríveis, cheios de mofo, banheiro sujo, atendimento ruim, café da manhã também ruim.

De resto, tudo MUITO BOM !!!


Abaixo fotos da "Isla Encantada" fica a uns 40km de Cartagena, na ida fomos pelo mar, porém como a maré estava alta e "batendo muito", o piloto (com bom senso) resolveu voltar por um rio, sendo que acabamos saindo junto ao porto de Cartagena.



Essa é uma lancha similar a que nos levou. Sinceramente não não tivemos problemas em se molhar ou com a maré alta. O único problema que tivemos foi da guia ter esquecido o carrinho de bebê do Vinicius. Isso gerou um transtorno gigantesco pois é impossível andar em Cartagena com um bebê e sem carrinho. Mas isso se resolveu, a guia foi muito pró-ativa e conseguiu na mesma noite que alguém retornasse a ilha e trouxesse o carrinho.


Cartagena vista desde o porto. As fotos abaixo eu tirei de dentro da lancha. Perceba o contraste da parte histórica com a parte moderna, incrivelmente uma é continuação da outra, não nenhuma divisão, começam a se mesclar.







 Mais algumas fotos da parte histórica:





















Abaixo algumas fotos do "Castillo de San Felipe de Barajas", cuja construção se iniciou em 1536 terminando em 1657.






Vista da cidade a partir do Castillo de San Felipe de Barajas


Entrada do Castillo de San Felipe de Barajas












Voltando ao centro histórico:










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2015 e São Tomé das Letras.

Bem, mais um ano está começando e é o momento de pensar em novas metas. Analisar o ano que terminou e o que fizemos ou o que deixamos de fazer.
O ano de 2014 foi um ano muito bom, de muitas mudanças drásticas para mim. Fui viajar por um ano. Com a mochila pronta e já na Europa, desisti dessa viagem. Descobri que tenho outras prioridades. Passei um tempo no Brasil. Estive nos aniversários dos meus dois sobrinhos e irmão. Voltei à Argentina. Reencontrei amigos, fortaleci amizades. Comecei a conhecer outras cidades argentinas como Córdoba. Tive um ano laboral muito bom com novas propostas e desafios e novos aprendizados.
Conheci novos lugares, novas pessoas, novas bebidas, novos sabores, novas experiências. Ri muito, mas também chorei um bocado com as incertezas que a vida nos traz a todos. Quantas vezes me peguei perguntando qual o propósito da vida se a morte é a única coisa certa? Quantas vezes me perguntei se as minhas decisões são as corretas? Enfim, as perguntas foram muitas e as respostas, bem, sabem como é, nem sempre temos tudo o que queremos.
Mais uma vez tive a oportunidade de passar as festas de final de ano com a minha família e rever amigas e descobrir que minha mama está mais magra que eu! Fico feliz por ela. É uma vitória e tanto perder tantos kilos (quase 40) com saúde. E agora preciso tomar vergonha e perder esses tantos quilinhos que eu tenho agora. Meta para 2015. Podem me cobrar tá!
Decidi começar o ano com uma pequena viagem e escolhi a cidade mineira de São Tomé das Letras (STL) por ser conhecida como um dos sete pontos energéticos do mundo (é o que dizem), muitas histórias de aparições extraterrestres e misticismo. Ela fica a 6h30 de SP indo de ônibus. Para ir há duas maneiras: existe o ônibus da Viação Santa Cruz direto de SP a STL que sai às sextas da Rodoviária Tietê às 23h30. A outra opção é ir à cidade de Três Corações, cidade onde Pelé nasceu, (duração de 5h30) para lá há quatro horários diários e chegando lá deve pegar um ônibus para STL (1h30) e esse é um ônibus comum entre cidades. Uma dica importante é comprar a passagem de ida e volta se for em época de feriado prolongado, porque na volta todos os ônibus para SP estavam cheios e tivemos (viajei com uma amiga) que ir de STL a Três Corações (1h30), de Três Corações a Caxambu (1h30) e de Caxambu para SP (6h). Fica a dica!
Homenagem a Pelé em sua cidade natal: Três Corações.
Fui com uma amiga e como a cidade estava lotada por causa do réveillon, ficamos na primeira noite (sexta) no Hostel Sumé, que está localizado na parte alta da cidade, perto do Mirante e está bastante bom para ser o único da cidade. Muito limpo, gostei da decoração, do café da manhã, os quartos tanto dormitórios quanto privativos são bons, só acho que deveria ter mais banheiros. Mas o principal é a atenção de seus donos. Tanto Leandro quanto sua esposa e seus filhos, Leandra, Júlia e Breno, são pessoas tranquilas, simpáticas, brindaram-nos todas as informações necessárias e inclusive foram nos buscar na rodoviária e nos levar depois para a pousada onde passamos o sábado e o domingo, a Pousada São Tomé das Lendas (que eu coloquei na cabeça que tinha o mesmo nome da cidade, vai entender), bem no centro da cidade e administrada pela simpática Esmeralda.
Recomendo as duas opções seja para quem não quer gastar muito seja para quem quer ser bem atendido.

Nesta pousada, o quarto é muito fofo, limpo, o café da manhã muito bom e a simpatia do pessoal que trabalha lá é ótima. Só tivemos um pequeno problema no banheiro que ficou todo molhado, mas isso é um problema de como colocaram o box.
E a cidade? Bem, gostei muito dela. Pequena, charmosa, com o chão feito de grandes pedras, muitas casas construídas com as pedras que são exploradas e é a principal fonte da economia local. Ao redor da praça é o ponto mais movimentado com feira de artesanato, restaurantes, bares e pizzarias. 
Quanto aos pontos turísticos estão as igrejas do Rosário e da Matriz, a Gruta de São Tomé, o Mirante, a Casa da Pirâmide. Ver o amanhecer e o pôr-do-sol ou simplesmente caminhar pela cidade.
Outra grande atração são as muitas cachoeiras existentes e por isso quem vai de carro aproveita muito mais, pois os passeios são caros. Um roteiro de 4h numa das vans que saem da Praça da Matriz sai R$ 70,00 por pessoa. Nós fomos com o Leandro do hostal apenas em duas pessoas e pagamos 100 reais cada uma (o hostal oferece passeios a R$200,00 o carro, podendo dividir entre outras pessoas, mas as meninas que esperamos desistiram) e fizemos a Gruta do Sobradinho, super legal, todos com lanternas atravessando a gruta que termina numa piscina natural da cachoeira de Sobradinho. Há vários roteiros, mas queríamos ficar na cachoeira por um tempo, na água, aproveitando. Pois dentro dos roteiros é um pouco complicado porque passam por muitos lugares em poucas horas e não é uma boa opção para quem quer passar o dia numa das cachoeiras.
A outra opção é pegar o ônibus chamado Transpororoca que sai da praça em frente da Igreja do Rosário às 10h todos os dias e passa por 6 lugares e volta às 18h, no valor de R$ 25,00.
E a gastronomia????? A comida mineira é sempre maravilhosa. Mas em particular gostei muito do restaurante “O Alquimista” que está num casarão do século XVIII, com uma decoração vintage, parede aparente e atendentes super solícitos além de excelente comida. Super recomendo. Peçam a porção de linguiça calabresa. Vem à mesa na própria frigideira onde foi frita, estalando e serve claramente quatro pessoas (apesar de eu ter comido tudo sozinha, mas depois não pedi mais nada não hein gente).


Viajar, cidade nova, boa comida, conversar com pessoas diferentes, tomar banho de cachoeira, ver a linda paisagem do Mirante, caminhar pelas pedras e ver um belo pôr-do-sol, fez com que o ano começasse bem e assim espero que ele continue. Com muita energia positiva para todos nós.

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.:. Continuando em Cartagena – parte 1 .:.

Reforçando o que escrevi em um post anterior. Cartagena é um lugar "show de bola", vale a pena conhecer, o povo colombiano é muito atencioso, muito amável (com exceção dos taxistas...rsrs).

Hoje ficamos em Cartagena. Pela manhã fomos conhecer o supermercado "Exito",um tipo de "Extra" aqui na Colômbia. Fomos comprar produtos de primeira necessidade para o Vinicius. A minha impressão é que o custo de vida aqui está muito parecido com o do Brasil ... produtos básicos como arroz, macarrão e carne estão com preços muito parecidos.

A tarde, fomos a praia conhecer a "Praia Grande" dos caras, uma tal de "Boca Grande", meio coincidência esse nome parecido? NÃO!! Pois é bem parecida com a nossa Praia Grande, vejamos porque:

1) Fica próximo ao centro da cidade, no caso da Praia Grande no Brasil, perto de Santos, no caso da Boca Grande, está em Cartagena, uma grande cidade;
2) Ambas tem MUITOS vendedores ambulantes, mas talvez aqui seja pior, porque o vendedor ambulante encarna em você e não desgruda, para piorar aqui tem umas tais de "massagistas", que são senhoras que veem que você chegou, grudam em você até o momento que você vai embora, oferecendo a maldita da massagem.
3) É uma muvuca total, só farofa!
4) Areias escuras ... normal!!

A diferença? Água limpíssima!!! E não havia sujeira na areia deixada pelo povo!

E por aí vai ... em resumo, não gostamos dessa praia pela questão de não ter nada diferente do que já conhecemos no Brasil, te digo com certeza que em Ubatuba tem praias muito mais bonitas que essa!!! Mas aí vem a descoberta (óbvio)... as melhores praias não estão por perto, com isso reservamos um passeio para domingo - 18/01/2015 para conhecer "Isla Rosario" ... aí sim vamos ver o que é praia de verdade!!

Bem voltando a "Boca Grande", os preços de comida e de cerveja para Colômbia até que estão razoáveis, para se chegar lá fomos de táxi, pagamos $6.000,00 (Pesos)... até aí tranquilo, o problema foi a volta: nenhum taxista queria nos trazer, pois não gostam de levar pessoas que saíram da praia, não querem sujar seus carros. Aí nós "espertões" fomos tentar um táxi a 3 quadras da praia, depois de uns 40 minutos enfim conseguimos um "simpático" taxista, porém, ao descarregar-nos próximo ao hotel ficou literalmente transtornado, pois ele viu uma parte da minha bermuda molhada ... rsrsrs, mas eu não molhei o carro do cara... estava apenas com a parte de baixo da bermuda molhada... aí para não criar mais problemas utilizamos a velha tática de que não compreendemos nada do que ele está falando, ou seja, nos "fizemos de tonto". A gente que reclamava dos táxis em Buenos Aires e do Rio de Janeiro, aqui a atenção dos motoristas é muito pior, talvez eles não sejam tão safados como lá, mas em termos de atenção e de humor, são bem piores.












A noite fomos jantar, estava numa expectativa de conhecer um restaurante teoricamente muito bem avaliado no "TripAdvisor": um tal de "Carmen Restaurante", chegamos a ir no lugar, porém segundo a hostess não havia lugar para esta noite. Então eu muito ingenuo, perguntei se podia fazer uma reserva para o dia seguinte: ela disse sim, porém "NÃO TEMOS O COSTUME DE ACEITAR CRIANÇAS, ou seja, para um bom entendedor, que nós não éramos bem vindos com o Vinícius, nosso filho de 1 ano. Fiz a reserva assim mesmo, mas não fui!! Como pai a gente se sente muito chateado com um argumento desse! Vou escrever sobre isso no TripAdvisor ... vou "recomendar muito bem" esse restaurante.

Depois desse transtorno quase que acabamos por comer no Subway ... mas mudamos de ideia e fomos conhecer um tal de "Oh la la", um restaurante francês que serve o famoso ceviche, que é um prato típico peruano ... (estranho isso não), recomendo esse restaurante, fomos MUITO BEM ATENDIDOS, tanto pelas garçonetes (meseras) quanto pelo dono que veio pessoalmente falar conosco. Eu claro não pedi o ceviche, a Debora sim, se esbaldou no gigantesco prato "a la francesa" ...eu pedi um "lomo a la pimienta com papas a la criolla" que estava espetacular!!! Preço justo e comida gostosa (só vinho que por aqui é muito caro, mas isso é no geral, inclusive no supermercado).






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